quinta-feira, 7 de junho de 2012

Boemia, aqui me tens de recesso!


Quando a gente é baladeiro de plantão, a gente acaba conhecendo umas figurinhas inusitadas. Tem aquela pessoa super divertida, tem aquela pessimista, tem a pegadora e a quetinha e tem sempre as come quieto. Mas, eventualmente aparecem aquelas que querem tirar casquinha dos teus contatos. Que estão ali para aparecer, só que acabam sendo visadas de mais. E isso é ruim inclusive para a imagem da gente.

Quando se é baladeira de plantão, a gente aprende mil e uma artimanhas para fazer tudo que quer sem que todos os outros frequentadores dos "points" saibam das histórias, não que eles tenham algo a ver com a sua vida. Mas, via de regra, vida exposta é dor de cabeça. Quando vira fofoca, as histórias crescem os méritos diminuem..... Tem pessoas que se saem muito bem no cargo, tem pessoas que estragam todo o movimento da galera e tem aqueles que se estragam com o tempo, não renovam, não desenvolvem não percebem que existe a hora de mudar de ares aos poucos aquela pessoa vai ficando meio fora da galera.

Quando se é baladeiro, precisamos de preparo psicologico e preparo fisico...muita disposição e criatividade...
Dificil mesmo é a transição quando se decide aposentar ou suspender as baladas....mas, a gente se acostuma, e depois pra voltar é tenso... eu vou voltar... não sei quando,mas um dia eu volto...

Num feriado....tudo que se quer é: TEMPO

E chega um tempo em que as coisas acontecem numa velocidade tão grande que o tempo parece que vai sufocar você... ele junta tudo junto e na mesma hora, no mesmo dia e locais absolutamente longe um do outro.

Então você decide que vai parar, que só por hoje vai ficar em casa e descansar....
Mas, eis que surgem mil imprevistos e você acaba na rua outra vez....

TEMPO, TEMPO, TEMPO MANO VELHO!!!!! Seja legal e me deixe pelo menos hoje concluir minhas tarefas...


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Momentos

Como é bom lembrar de momentos felizes....
Como é bom saber que aquela linda história aconteceu e foi perfeita, mágica, divertida, completa.
Tantos sonhos, tantos risos, tantas fantasias....

É certo que a realidade agora é outra, a vida seguiu seu rumo e não parou para que pudessemos nos ajustar juntos, nos ajustamos separados.... Mas, nos ajustamos mesmo???

Pensar em tudo que passamos, nas experiencias que tivemos, pensar que nos afastamos e que ainda assim um pedacinho da memória ainda nos une num passado que um dia ficará desbodado, as fotografias meio borradas. Mas ainda assim estará ali como um pedaço da história que construimos.

As lembranças, felizes, que vivemos vão se unindo numa imensa colcha de retalhos que nos esquenta no frio. Quando a tristeza bate são esses momentos que aliviam. E a promessa de tantos outros momentos dão a esperança para continuar cosendo essa colcha de retalhos.

sábado, 2 de junho de 2012

Quando os motivos se tornam escassoss, e a vida continua ainda assim.
Quando a esperança se torna uma chama quase insignificante dentro do peito.
O que fazer???

Lembro-me que existiu um eu cheio de sonhos, cheio de amores, cheio de vida.
E quando confronto com esse ser oco que está aqui, meu Deus, o que fiz de mim mesma?
Por que deixei que despedaçassem meu orgulho, rissem dos meus sonhos e tomassem as rédeas de minha vida? Em que ponto me perdi para nunca mais voltar?


segunda-feira, 28 de maio de 2012

As vezes a gente demora tanto tempo pra ver óbvio que até assusta quando percebe.

A condição humana é algo que realmente merece ser analisada, com tanto potencial, com tantas possibilidades,  e geralmente tão condicionada, tão limitada, prepotente e egocêntrica.

Quantos erros são cometidos na ilusão de um conhecimento. Quantas vezes o nunca ou o sempre vem acompanhado de frases que nos farão morder a língua???

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Amar de novo....

Quem nunca sofreu por amor é porque provavelmente, de fato, nunca amou.
Quando a gente ama a gente sofre... seja por saudades, seja por preocupação.
A gente fige que tá tudo certo, mas no fundo sente aquela aflição...
Quer seja uma briga, ou uma febre alta... a gente acaba sofrendo...

E quando nosso amor se vai? Nos rasgamos inteiro, deseperamos...
Como se o mundo acabasse, como se a vida perdesse o sentido...
E então a gente acha que nunca mais o amor vai bater na sua porta..
.... e... de repente....

O amor bate na sua porta... e então... amamos outra vez...
Não que o amor antigo tenha se extinguido, não que, não tenha sido importante ou que não tenha sido verdadeiro... é que a vida tem mais sentido quando o amor nos acompanha....

Amei você desde o primeiro momento...
Amo você com toda a minha alma...
Mas, você se foi e eu espero te encontrar de novo no fim dos tempos....

Agora é me preparar pra amar de novo... amar como te amei...
E continuar te amando SEMPRE... por todos os dias da minha vida!!!

terça-feira, 15 de maio de 2012

canis moritur - vil tristeza

E quando aquele serzinho brincalhão e dócil se vai... a gente se rasga por dento...
É tão triste perceber o quanto a vida é efêmera, o quanto a gente perde tempo com besteiras.
Não existe sorriso mais lindo do que o de um cão quando vê seu dono... e somente os que realmente amam seus bichinhos conseguem ver o quanto eles nos amam.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Isa

Um dia, eu perdida no silencio das minhas lágrimas, me deparei com o seguinte fato: eu tenho você presente na minha vida. Eu fui abençoada com a sua amizade.

E a cada tropeço, a cada briga, ou desentendimento, nas minhas teimosias ou nas suas "empacadas", na minha constante busca pela "magia" das coisas você estava alí.

Eu não poderia descrever a imensa felicidade de comungar essa dadiva da amizade. Não poderia descrever a importância de me sentir aceita e amada.

Não somos parecidas, sequer agimos de forma semelhante, temos abismos entre nossas convicções. Discordamos de quase tudo nessa vida. Se brincar a unica coisa que concordamos é que chocolate é bom demais (e ainda assim não vamos concordar com qual é o melhor). Mas, somos amigas. Não por um motivo banal, mas porque Deus quis,  e ele quis que fossemos exatamente assim diferentes para que a gente aprendesse uma com a outra o que é o amor, a compreensão, o carinho a fraternidade. Nos aceitamos porque nos escolhemos e é assim a praticamente 25 anos.

FELIZ ANIVERSÁRIO MINHA QUERIDA AMIGA!!!!!

Mamãe


Só quem sabe o fardo de ser mãe pode entender outra mãe. Não que eu queira me dizer entendedora do assunto (visto que nunca fui mãe), mas compreendo que o amor de mãe deve ser algo muito difícil de lidar.

Mãe é um ser que ao escolher cultivar a vida, se desprende um pouco da própria, abdica de sua individualidade, para nunca mais estar sozinha novamente.

E essa renuncia de si mesma vem carregada de responsabilidades e medos. Ainda que mães sejam seres abençoados, são humanas. Cheias de erros e de acertos.

E quem nunca viu em sua própria mãe a figura de uma madrasta má em suas broncas e castigos? O amor de mãe compreende, ou pelo menos deveria, o amor severo: que cria, protege, guarda e educa. Por oras, será um amor calmo e tranqüilo, por ora rígido e responsável.

E como não errar sabendo que uma vida depende de você? Como aceitar e deixar que o indivíduo aprenda errando, se machucando, caindo? Porque uma verdadeira mãe sabe que jamais poderá poupar o filho das amarguras da vida, a verdadeira mãe prepara o filho para transpor os obstáculos e não a desistir perante eles... A verdadeira mãe ora será a heroína que salva o dia com bolinhos de chuva, cafunés e colos; outra hora será a vilã cruel com suas broncas, castigos, excessos de cuidados, ciúmes ou “humanidades”.

A questão é MÃE! Quisera eu que Deus por um descuido te fizesse eterna.

Feliz os dias da minha vida em que te tenho por perto!!!




Casualidades


Um dia a gente se depara com o tal do "encontro casual".
Mas, afinal o que quer dizer o bendito do encontro casual?

Momento pra fugir das formalidades, soltar as amarras e simplesmente curtir. Curtir o momento, as cores, os sabores, os sons. Um momento pra liberar o lúdico e desfrutar do ócio.

 O fato é que esse tal encontro casual, embora tenha  em sua origem uma questão de familiarização e descontração daqueles que a principio apenas se encontrariam em momentos formais, sem o compromisso de seguir formalidades e protocolos.

 Mas, sem as formalidades e as normas, as atitudes se tornam sem jeito. A gente não sabe onde colocar as mãos, o que deveria ser natural se torna difícil. Momentos de constrangimento, e depois, depois as coisas acontecem.

Encontros casuais se fazem quando a gente menos espera. Podem acontecer verdadeiramente ao acaso, naquele dia em que você resolve dar uma volta e acaba encontrando alguém aleatoriamente. Ou podem acontecer com dia e hora marcada aquela pessoa escolhida em um local pré definido, um encontro sem compromissos.

Podem até virar projetos de vida com todos os compromissos que requer aquela pessoa que te faria implorar para que o mundo parasse, com quem todas as horas seriam insuficientes.